domingo, 15 de fevereiro de 2009

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Um comentário:

  1. “Quando uma mulher, de certa tribo da África,
    sabe que está grávida, segue para a selva com outras mulheres
    e juntas rezam e meditam até que aparece a “canção da criança”.

    Quando nasce a criança, a comunidade se junta
    e lhe cantam a sua canção.

    Logo, quando a criança começa sua educação,
    o povo se junta e lhe cantam sua canção.
    Quando se torna adulto, a gente se junta novamente e canta.
    Quando chega o momento do seu casamento a pessoa escuta a sua canção.
    Finalmente, quando sua alma está para ir-se deste mundo,
    a família e amigos aproximam-se e,
    igual como em seu nascimento,
    cantam a sua canção para acompanhá-lo na "viagem".

    Nesta tribo da África há outra ocasião na qual os homens cantam a canção.
    Se em algum momento da vida a pessoa comete um crime ou um ato social aberrante, o levam até o centro do povoado
    e a gente da comunidade forma um círculo ao seu redor.
    Então lhe cantam a sua canção.

    A tribo reconhece que a correção para as condutas anti-sociais não é o castigo;
    é o amor e a lembrança de sua verdadeira identidade.

    Quando reconhecemos nossa própria canção
    já não temos desejos nem necessidade de prejudicar ninguém.

    Teus amigos conhecem a "tua canção"
    e a cantam quando a esqueces.
    Aqueles que te amam não podem ser enganados pelos erros que cometes ou as escuras imagens que mostras aos demais.
    Eles recordam tua beleza quando te sentes feio;
    tua totalidade quando estás quebrado;
    tua inocência quando te sentes culpado
    e teu propósito quando estás confuso.“

    Tolba Phanem

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